Governo decreta emergência ambiental em Mato Grosso do Sul

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Chuvas estão abaixo do esperado e preocupa autoridades com a preservação dos biomas

 

O governo de Mato Grosso do Sul decretou nesta terça-feira, dia 9, emergência ambiental no Estado por conta do baixo índice de chuvas desde dezembro do ano passado.

O decreto é uma maneira de chamar a atenção para a importância para proteção de todos os biomas presentes no território sul-mato-grossense, como o Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica, que estão suscetíveis a incêndios florestais.

A ordem foi assinada hoje pelo chefe do Poder Executivo Estadual, Eduardo Riedel, durante o 1º Workshop Presencial de Prevenção aos Incêndios Florestais em 2024.

“Temos R$ 25 milhões em recurso para atuação preventiva, pronto para ser usado e evitar que a gente tenha milhões de hectares queimados.

Estamos nos preparando para minimizar caso ocorra algum problema”, disse o governador. Durante o evento, o secretário-executivo de Comunicação, Frederico Fukagawa Hozano de Souza, lançou a campanha anual de prevenção e combate a incêndios florestais.

A meta também é conscientização e estimular a população na preservação dos biomas.

“Desenvolvemos um plano de comunicação para auxiliar no trabalho de combate e prevenção aos incêndios florestais”, afirmou.

O plano de operações para a temporada de incêndios (TIF) de 2024, denominado ‘Operação Pantanal 2024’, está em sua segunda fase, focado em estratégias de prevenção e preparação para combater os incêndios florestais e proteger o bioma do Pantanal, onde, ao todo, 31 militares concentram seus esforços na limpeza de estradas e cabeceiras de pontes, atuam no estabelecimento de bases avançadas em Corumbá e no reconhecimento e monitoramento dos parques estaduais da região.

Em paralelo ao trabalho preventivo com orientação e educação ambiental, também serão instaladas bases avançadas de combate aos incêndios florestais na região pantaneira para facilitar o deslocamento das equipes e a resposta no controle das chamas, especialmente em áreas de difícil acesso.

“O Pantanal é o bioma que temos mais dificuldade de acesso.

Por isso vamos estabelecer as bases avançadas pela primeira vez, é uma novidade este ano.

Precisamos diminuir o tempo de resposta”, explicou a tenente-coronel Tatiane Inoue, diretora de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros Militar, responsável pelo monitoramento e ações de combate aos incêndios florestais no Estado.

Fonte: Juliana Rezende
Capital News

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