Delegada diz que mais mulheres denunciaram Marquinhos Trad

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Deurico/Capital News

A Delegada Adjunta da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM ) Maíra Pacheco Machado concedeu entrevista coletiva à imprensa na manhã desta terça-feira (26) na Delegacia Geral de Polícia Civil (DGPC) sobre o inquérito que investiga supostas acusações de assédio sexual contra o ex-prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD). Na coletiva a delegada diz que mais mulheres denunciaram após a abertura do inquérito e que outras pessoas também são investigadas.

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Delegada diz que mais mulheres denunciaram Marquinhos Trad

A Delegada Adjunta da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM ) Maíra Pacheco Machado

 

A princípio eram quatro mulheres que constavam no inquérito, porém após o caso ser veiculado na imprensa e se tornar público, de acordo com Maíra, outras mulheres procuram para realizarem denúncias. Ao ser questionada sobre quantas novas mulheres denunciaram, ela disse que não podia quantificar. “Em razão do segredo de justiça posso dizer que algumas. O número total não poderei fornecer”, afirmou.

 

Segundo Maíra o inquérito investiga outras pessoas além de Marquinhos e os crimes investigados são os de assédio sexual, estupro na forma tentada e favorecimento a prostituição. Em coletiva realizada no mesmo dia, as advogadas de Marquinhos Trad, Andréa Flores e Rejane Alves Arruda disseram que são outras quatro pessoas, além de Trad, investigadas.

 

O inquérito está na fase de oitivas que resultarão em diligências. A apuração deverá durar 30 dias prorrogáveis caso necessário e após concluído o relatório final será encaminhado ao Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).

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Delegada diz que mais mulheres denunciaram Marquinhos Trad

A Delegada Adjunta da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM ) Maíra Pacheco Machado e delegado-geral da Polícia Civil Roberto Gurgel

 

Segundo a delegada Maíra, constam no inquérito casos recentes e casos ocorridos antes. “Temos casos recentes e temos casos mais distantes, mas cabe aqui mencionar que muitas das vítimas só se sentiram seguras agora porque nesse momento do que quanto num passado bem próximo” afirmou a delegada.

 

Durante uma coletiva, uma reportagem da Revista Veja, que dizia que uma das mulheres que denunciaram foi em cartório e teria protocolado um documento em que alega que teria recebido dinheiro para fazer a denúncia.

 

A delegada e o delegado-geral da Polícia Civil Roberto Gurgel também presente disseram que estavam sabendo disso naquele momento. “Acabei de ficar sabendo” finaliza Roberto.

 

 

 

 

Fonte: CapitalNews

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