São Paulo vem sofrendo queda brusca de rendimento no 2ºT; entenda motivo

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O São Paulo vem sofrendo uma queda brusca de rendimento do primeiro para o segundo tempo nos últimos jogos. Desde o clássico contra o Corinthians, em Itaquera, a equipe comandada por Rogério Ceni não consegue manter uma regularidade em termos de desempenho após ter uma boa performance nos 45 minutos iniciais, o que vem incomodando parte da torcida.

Nos últimos três jogos, contra Corinthians, Ayacucho e Ceará, o São Paulo passou a colecionar estatísticas bem inferiores no segundo tempo em comparação com a etapa inicial.

Três dos quatro gols marcados pela equipe aconteceram no primeiro tempo. Já dois dos três gols sofridos pelo São Paulo foram na etapa complementar.

O time comandado por Rogério Ceni também amarga uma queda na posse de bola (60% para 52%), média de chutes a gol (7.3 para 4.7) e média de chances claras (2.0 para 0.0) no segundo tempo dos últimos jogos. Já a média de chutes cedidos aos adversários cresce de (2.0 para 6.7) e a média de chances claras cedidas sobe de 0;3 para 1.0).

“Acho que aconteceu e deve acontecer em muitos jogos, porque você vai muito forte para tentar fazer a pressão, é o nosso estilo de jogo, principalmente em casa, não deixar o adversário ter a bola. Acho que a gente acaba nas construções errando muitos passes. Quando recuperamos essa bola, muitas vezes a gente perde muito rápido. Para um time que joga no perde e pressiona, isso é fatal para o time cansar mais cedo. Quando você recupera a bola e consegue mantê-la, fazer com que o adversário balance, acho que é fundamental”, comentou Rogério Ceni.

“Recuperamos muitas bolas e no primeiro ou segundo passe já perdemos ela de novo. Não é fácil manter um nível de marcação desse, por mais que você treine. Quando vier jogos em sequência, vai ser cada vez mais difícil. Por isso que em determinados jogos você precisa adotar outro tipo de estratégia. Agora, dentro de casa, precisando do resultado para se tornar primeiro colocado, nosso modelo de jogo é esse, tentar pressionar. Logicamente que no final dos jogos você tem um desgaste maior e não consegue exercer a mesma pressão dos primeiros 45 minutos de jogo”, concluiu o treinador são-paulino.

 

 

 

Fonte: Gazetaesportiva.net

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