Na tarde desta quarta-feira (02-02), na Avenida Campo Grande, dois homens entraram em luta corporal em pela luz e dia, por volta das 15 horas e foram atropelados por um terceiro elemento encapuzado, ainda não identificado.
Segundo informações de policiais e populares que viram a ação, dois adultos (33 e 21 anos) estavam duelando fisicamente, onde um deles estava armado. Não se sabe quem estava portando o objeto.
Durante a briga dos homens, um terceiro elemento em um gol, placas de Sete Quedas, chegou e atropelou ambos.
O terceiro elemento atropelou os homens e ambos ficaram presos embaixo do carro. Após isso, o terceiro homem que estava encapuzado desceu do veículo e pisoteou a cabeça do homem de 33 anos. Depois de pisar no homem de 33 anos, o encapuzado se evadiu do local.
Na delegacia de Polícia Civil, os homens (33 e 21 anos), tanto um quanto o outro afirmaram que o seu adversário estava armado e eles apenas tentaram se defender. Populares afirmam que ouviram um disparo.
O homem de 33 anos afirma que estava sem arma e que entrou em luta corporal contra o de 21 anos para defender sua ex-esposa.
Após o ocorrido, por volta das 17 horas, o homem de 21 anos solicitou a presença de seu advogado para depor na delegacia, e o defensor do próprio diz que ele apenas se defendeu do homem de 33 anos.
Policiais após apurarem sobre o veículo gol, descobriram que o carro é do homem de 21 anos.
Sobre o terceiro elemento ainda não se tem informações. O homem de 33 anos diz que o condutor do gol veio no amparo do homem de 21 para tentar tirar a sua vida.
Já no depoimento do homem de 21 anos, o próprio diz não conhecer o homem encapuzado e que seu veículo tinha sido subtraído pouco tempo antes. O homem de 21 anos afirma que o condutor que estava no gol é amigo do homem de 33 anos.
A Polícia Civil segue trabalhando no caso para mais informações na tentativa da elucidação do crime.
Bruno Leal, repórter da Tv Sobrinho esteve na delegacia de Polícia Civil de Mundo Novo e conversou com o delegado local: “Ainda é cedo para informações concretas, porém a equipe estará trabalhando em afinco no caso. Não vamos ceder informações sem certeza e sem concretizações no momento para a população. Trabalhamos sempre com a certeza e veracidade dos fatos. Quando finalizarmos o caso daremos mais informações. Por enquanto , vamos trabalhar em sigilo para mais detalhes sobre o ato e desvendar esse atrito”.
Texto e reportagem: Bruno Leal
Imagens: Roberta Popó



