Simone Tebet anuncia candidatura independente e fala de interferência do Planalto

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Parlamentar não faz mais parte do MDB e passa a ser candidata independente

Nesta quinta-feira (28), a senadora Simone Tebet comunicou que a sua candidatura à presidência do Senado passa a ser independente a partir de agora. Uma vez que o líder do MDB, senador Eduardo Braga, a liberou de qualquer compromisso partidário, porque o partido está em tratativas com o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre, numa possível composição para a próxima Mesa do Senado.

 

De acordo com Simone Tebet, “Eu não tenho outra coisa a fazer a não ser comunicar que eu deixo de ser candidata do MDB e passo a ser candidata independente, porque represento um grupo de senadores que estão comigo independentemente de estarmos ou não candidatos por determinado partido”, afirma.

 

Ainda durante a sua fala, a senadora agradeceu nominalmente os parlamentares do Podemos, Cidadania, PSDB e PSB que declararam apoio a ela e disse que dentro de sua bancada respeita a decisão de voto de cada um. Segundo Tebet, Braga mantém o voto nela.

 

A parlamentar enfatiza ainda que, “Nossa campanha começa agora novamente. Hoje podemos dizer que a mulher brasileira tem uma representante candidata à presidência do Senado”, enfatiza.

 

Simone Tebet declara ainda que “a minha candidatura não é contra alguém. É de independência do Senado, independência harmônica a favor do Brasil”.

 

Sobre o cronograma de imunização, Simone diz que é “confuso cronograma de imunização em massa da população brasileira e o retorno de um auxílio emergencial, ainda que temporário, com valor menor e dentro da responsabilidade fiscal”.

 

Com relação a eleição no Senado, a senadora Simone Tebet pontua ainda que abriu mão de sua candidatura dois anos atrás em favor do senador Davi Alcolumbre porque ele tinha se comprometido com a independência do Senado.

 

Simone Tebet relata que, “Hoje, a independência está comprometida porque temos um candidato oficial do governo e isso é visível diante da assertiva e dos anúncios feitos por colegas diante da estrutura e do apoio e dos pedidos dos ministérios pedindo apoio para ele. Não é possível sairmos da crise se não tivermos a absoluta independência para recebermos todos os projetos do governo federal, desde que aprovadas dentro das convicções de casa senador”, conclui.

 

Fonte: CapitalNews

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