Até 2022 MS deve receber 163 pontes de concreto, um recorde de 43 anos, e um investimentos de R$ 220 milhões

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Em 2022, serão entregues 163 pontes de concreto, na maioria dos municípios, com investimentos de R$ 220 milhões. Nos primeiros quatro anos (2015-2018) do mandato do Governador Reinaldo Azambuja, foram construídas cerca de 100 estruturas, e na atual gestão, projetadas mais 63, das quais 23 estão em execução em 17 regiões.

Os empreendimentos com recursos próprios fazem parte dos programas “Mais Pontes” e “Governo Presente”, criados pelo Governo do Estado para realizar em oito anos, de forma programada, a substituição de pontes de madeira já desgastadas por estruturas de concreto – materiais mais duráveis e que requerem menos manutenção e  economia de recursos, além de garantir maior segurança aos usuários.

Novos projetos foram incorporados ao pacote, com a decisão de Reinaldo Azambuja de construir 15 pontes de concreto em vazantes nos pantanais da Nhecolândia e Nabileque, em Corumbá, em locais onde as de madeiras foram queimadas pelos incêndios, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional e Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).

Entre 2015-2018, 40 travessias foram implantadas em caráter emergencial (substituindo as destruídas por grandes temporais) e outras refeitas por desabamentos devido a projetos mal executados pelo governo anterior. O governador afirmou que os investimentos em infraestrutura são frutos de um trabalho que envolveu medidas duras e até impopulares nos primeiros quatro anos para enfrentar as crises. “Optamos por fazer um governo responsável, diminuímos o tamanho da máquina pública, reduzindo os gastos com o próprio governo para investir no bem-estar da população e honrar nossos compromissos. Isso nos permitiu manter os investimentos nas obras prioritárias”, disse.

Reinaldo Azambuja assumiu o governo em um período de calamidade, com as intensas chuvas destruindo pontes de madeira em áreas de risco. Em articulações com o governo federal, 35 pontes de concreto foram construídas em Amambai, Caarapó, Coronel Sapucaia, Deodápolis, Bela Vista, Dois Irmãos do Buriti, Eldorado, Guia Lopes da Laguna, Iguatemi, Ivinhema, Jateí, Juti, Novo Horizonte do Sul, Paranhos, Rio Brilhante, Sete Quedas, Tacuru e Naviraí.

Além de atender estas regiões em caráter emergencial, garantindo acesso às pessoas e o transporte da produção, a administração estadual enfrentou situações atípicas, como o desabamento em efeito dominó da ponte de concreto sobre o Córrego Santo Antônio, entre Guia Lopes da Laguna e Jardim, em 2016. Mal projetada pelo governo anterior, a estrutura foi substituída dentro de uma nova concepção técnica adotada pela atual gestão: com projeto executivo.

Segundo a assessoria, na mesma região, foram reconstruídas outras duas pontes, sobre o Rio dos Velhos e Córrego Guardinha, também edificadas pelo governo anterior. A primeira desabou parcialmente em 2016, por falhas no projeto estrutural, e a segunda, foi levada pela correnteza em 2017.  Este ano, Reinaldo Azambuja entregou a ponte de concreto sobre o Rio Salobra, em Bodoquena, também levada pelas enxurradas, reintegrando uma região de produção e turismo.

“O nosso objetivo é melhorar o acesso aos municípios, proporcionar o escoamento da produção e oferecer segurança à comunidade e àqueles que cruzam as estradas do nosso Estado”, ressaltou o governador. “Com a crescente expansão do agronegócio e o crescimento das cidades, atender a essas demandas é de suma importância para a manutenção da economia do Estado, fazendo circular as nossas riquezas”, acrescentou.

 

 

Fonte: CapitalNews

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