Comitê de Enfrentamento ao COVID-19 decide sobre flexibilização em decretos em Amambai

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O prefeito de Amambai, Edinaldo Luiz de Melo Bandeira esteve reunido na manhã desta quarta-feira, 3 de junho, com o Comitê Municipal de Enfrentamento ao COVID-19 para deliberar requisições referentes a flexibilização do Decretos definidos no início da pandemia do coronavírus.

A primeira requisição foi de funcionamento dos mercados municipais em domingos e feriados, reprovada logo em primeiro momento por maioria de votos. A segunda discussão, com a presença dos envolvidos, resolveu sobre o retorno das aulas do Colégio CELQ, a qual, após ser ouvida a opinião da maioria e a parte do diretor da escola da rede privada, Christiano Bortolotto, sobre os métodos de segurança para os alunos foi aprovada.

Segundo ele, serão disponibilizados carpetes para limpeza dos pés dos alunos, álcool em gel, distanciamento nas salas e uso obrigatório de máscaras, além de saída e entrada com horários diferentes para cada turma. Os pais terão que assinar um documento assumindo a responsabilidade sobre o filho retornar à escola. “Estaremos buscando sempre a evolução constante dessa segurança”, disse Christiano.

Para Bandeira, é necessário que aos poucos estejamos retomando a vida normal já que a cidade de Amambai se encontra no controle da pandemia até o momento. “O Comitê poderá retroceder nessa decisão de acordo com a necessidade, estamos agindo de forma diferenciada para cada situação, acompanhando a realidade do município”, afirmou ele.

Ainda segundo o Prefeito, a Secretaria Municipal de Educação (SEMED) já está estudando formas de retomar também as aulas das redes municipais para que o município esteja preparado quando houver a liberação.

A última pauta da reunião foram os últimos acontecimentos relacionados à cidade de Coronel Sapucaia, que, na semana passada deixou duas viajantes na rodoviária de Amambai, algo que vem sendo reincidente. Bandeira já tentou contato várias vezes com o prefeito Rudi Paetzold sem sucesso, a próxima decisão a ser tomada é se será necessária a montagem de uma barreira sanitária na entrada do município.

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