Homem no bairro Vila Nova leva tiro de raspão no pescoço, vai para o hospital, pede pra fumar um cigarro e sai sem falar nada

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Bruno Brischilari

Aconteceu na madrugada desta quinta (14/05) no bairro Vila Nova em Mundo Novo, um morador do referido local disse ter sido vítima da tentativa de assassinato, e o suspeito é um homem de 56 anos, I.S.A. que trabalha em uma empresa de Segurança (RO**).

A Polícia Civil nesta madrugada recebeu uma ligação anônima, onde segundo a denúncia, disparos haviam sido efetivados na proximidade do local. Os policiais se deslocaram até o bairro, onde encontraram a vítima com um ferimento na altura do pescoço T.A.D.S. (26 anos), e segundo a mesma em seu depoimento, ela chegava na sua residência quando entrou em uma discussão e briga corporal com o autor dos disparos, onde estava sob uma moto preta, acompanhado de uma mulher, e que durante a briga sacou uma arma e disparou diversas vezes com a vítima, uma delas acertando seu pescoço.

O homem de 56 após atirar na vítima, evadiu-se do local rapidamente. Os policiais ao saberem do depoimento do homem de 26 anos, entraram em busca do autor dos disparos, porém sem êxito.

A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e levada para o Hospital Bezerra de Menezes.

Vítima pede para fumar um cigarro e foge do Hospital

O homem de 26 anos ainda por volta das 05:30 horas, estava em processo de atendimento no Hospital, quando pediu autorização das enfermeiras para fumar um cigarro. As enfermeiras autorizaram o homem, onde instantes depois tomaram conhecimento da evacuação do próprio do local. Após isso as enfermeiras acionaram a Polícia Civil e relataram o acontecimento.

Um dos projéteis da arma acabou ficando alojado no ombro direito da vítima.

A vítima relatou que fugiu do Hospital porque ouviu pessoas de voz masculina falando e cochichando na recepção, onde dialogavam se ele (T.A.D.S.)  estava internado no local. Após ouvir isso, decidiu evadir-se com medo do autor dos disparos retornar e atirar novamente contra ele.

A Polícia Civil colheu áudios do aplicativo de WhatsApp da vítima de 26 anos, onde entraram com as providências cabíveis para os procedimentos posteriores. Além dos áudios, outras três testemunhas também foram ouvidas.

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