Após nono jogo do Cruzeiro sem vitória, Mano fala em “reformular coisas” e diz: “Já não é mais uma fase”

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Segue o jejum. A derrota de 2 a 1 para o Fortaleza, na noite desta quarta-feira, na Arena Castelão, em Fortaleza, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, ampliou para nove partidas a sequência sem vitórias do Cruzeiro na temporada. O último triunfo foi diante do Goiás, por 2 a 1, no Mineirão, no dia 5 de maio, pela terceira rodada do Brasileirão. De lá para cá, foram nove jogos (seis pela competição de pontos corridos, dois pela Copa do Brasil e um pela Copa Libertadores), com cinco derrotas e quatro empates.

Após o novo revés, na capital cearense, o técnico Mano Menezes destacou que, apesar de o Cruzeiro ter esboçado uma melhora nos últimos jogos (vinha de empates com São Paulo, no Pacaembu, e Corinthians, no Mineirão), já não é possível dizer que a Raposa atravessa uma fase ruim, além de falar em “reformular algumas coisas”.

– A gente não tem muita explicação para dar. Tem que assumir os fatos como eles são. Hoje, mais uma vez, jogamos um tempo só. Primeiro tempo muito ruim, erramos praticamente tudo. Tomamos um gol com muita facilidade, depois tomamos outro no fim do primeiro tempo. Não podemos reclamar pela produção do Fortaleza. Correr atrás, você faz esforço, tivemos chances para empatar, mas é mais difícil da bola entrar. Tivemos um momento de queda brusca, muito acentuada. Melhoramos em três jogos, quatro jogos – disse o treinador, que seguiu:

 – Hoje seria difícil contra o Fortaleza, mas nós tornamos as coisas mais difíceis na primeira parte (do jogo). Vamos encerrando essa parte até a parada para a Copa América, temos que trabalhar, reformular algumas coisas. Já não é mais uma fase. São coisas marcantes, que temos que pensar mais na frente.

Por que não reagiu?

Questionado se faltou paciência para o Cruzeiro, que teve um jogador a mais desde os 19 minutos do segundo tempo (Nathan, do Fortaleza, foi expulso), Mano exemplificou um lance de contra-ataque que sua equipe não conseguiu concluir em gol, mas depois assumiu a culpa por mais um resultado ruim.

– A equipe rodou a bola, tentou encontrar o espaço. Talvez (faltou) um pouco mais de lucidez nas escolhas. Puxamos dois ou três contra-ataques que a gente podia ter conseguido. Raniel conduziu até cair, tínhamos que ter procurado o Thiago (Neves), e ele ter feito a inversão. Mas não dá para transferir para os jogadores a responsabilidade que é do treinador.

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