Odilon cita ‘traição na política’ e não descarta disputar a Prefeitura em 2020

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Na manhã desta segunda-feira (29), menos de 24h após a divulgação do resultado final do 2º turno das eleições de 2018, o candidato derrotado do PDT ao governo estadual, Juiz Odilon, reuniu imprensa e aliados para fazer um balanço da campanha e revelar próximos passos na política.

“Politicamente sai vencedor”, declarou Odilon, que evitou detalhar se permanece na vida política, mas não descartou disputar, pelo PDT, a Prefeitura de Campo Grande em 2020. “Vou fazer uma reflexão a partir de agora”, disse.

O pedetista também afirmou que vai permanecer ‘se posicionando em favor do interesse pessoal’, revelou que o período de campanha lhe fez ‘aprender a dialogar’, e lamentou que na política tenha ‘muita traição’.

Como já havia feito logo após o resultado das urnas, na noite de ontem, domingo (28), Juiz Odilon, destacou que fez ‘sozinho’ a campanha do 1º turno, e contou com apoio de algumas lideranças no 2º turno, destacando os deputados estaduais do MDB, Junior Mochi e Paulo Siufi, e frisando que não fez ‘aliança’ com o ex-governador André Puccinelli, que, segundo ele, está ‘isolado da política por força da lei’.

“Tem muita traição na política”, disse Odilon

Campanha

“Fake News tem a ver com notícias falsas. Tudo que falei do meu adversário (Reinaldo Azambuja) foi baseado em documentos da Polícia Federal, do Ministério Público Federa e do Superior Tribunal de Justiça. Criminosos nenhum podem ser superiores a esses órgãos que citei”, disparou durante a coletiva.

Ao lado de apenas alguns apoiadores, como o filho Odilon Júnior (PDT), vereador de Campo Grande, e do também integrane da Câmara da Capital, Betinho (PRB), o pedetista afirmou que a diferença pequena de votos entre ele e Reinaldo não lhe deixa com sentimento de derrota. Destacou que ‘qualquer campanha tem degraus’, e disse não acreditar que tenha cometido ‘erros graves’ no período em que tentou convencer o eleitor sul-mato-grossense a votar nele.

Planos

Odilon de Oliveira revelou que está elaborando um documento que propõe mudança em duas leis, que vão facilitar a proteção da fronteira. No final vai submeter o documento à equipe de transição do governo Federal. “Isso é fundamental para segurança pública do país. Se for aplicada terá custo zero”, disse o juiz federal aposentado, que não quis antecipar o conteúdo do que está produzindo para evitar ‘clonagem’.

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